Navegação: Home

Aprendi a gostar do que me faz bem

Silva é portador do diabetes tipo 1 e mudou totalmente sua alimentação Nascido no interior de Minas Gerais, na década de 50, o representante comercial João Bosco da Silva, descobriu que era portador do diabetes tipo 1 aos 13 anos de idade. Durante toda a sua infância, ele comeu doces ininterruptamente e apesar de apresentar sintomas típicos de diabéticos – como beber muita água e tinha muito apetite – a família de João jamais cogitou que o menino pudesse ter restrições à glicose. “Onde eu morava não tinha nenhum médico e quase não tínhamos informações sobre as doenças”, conta. A descoberta da doença só foi possível porque na pré-adolescência, João perdeu 23 quilos em 30 dias. Um farmacêutico apontou o diabetes e logo, o mineiro procurou por um tratamento com um endocrinologista. “Ele logo me receitou uma dosagem de insulina”, destacou.

João, que é o sexto filho de uma família de onze herdeiros, nunca imaginou que teria de se submeter a um tratamento de diabetes, uma vez que ninguém na família era portadora da doença.Mas vale lembrar que, diferentemente do diabetes tipo 2, a doença do representante comercial não é hereditária. Na maioria dos casos, o portador do tipo 1 já nasce com a doença.

Hoje João mora em São Bernardo do Campo, é casado e pai de um filho de 19 anos. E apesar de ninguém na sua família ser diabético, ele ainda consegue se privar dos doces, levando uma vida normal. “Em alguns momentos eu senti falta do açúcar, mas acabei aprendendo a gostar do que me faz bem”, disse, ao apontar as frutas como alimento predileto.

Para ele, ser diabético hoje em dia envolve muita autodisciplina. “Você tem que saber quanto e quando comer”, disse. A organização do mineiro é tanta que ele se acostumou a degustar o sabor dos alimentos “ao natural”. Ou seja, sem adição de adoçantes e outros complementos.

Há um ano e meio, ele se tornou membro da Associação dos Diabéticos do ABC (ADIABC), entidade da qual ele faz questão de participar de todos os eventos e palestras para aprimorar seu tratamento. “Também é uma boa oportunidade de trocarmos experiência. Posso ser útil relatando aquilo que já vivi”, contou.

 

Atendimento

R. Almeida Garret, 51
Vl. Guiomar - Santo André - SP

Tel.: (11) 4992-5303
Celular: (11) 7844-3567
Nextel: 55*107*7230

Conecte-se

Acesse as redes sociais das quais fazemos parte.