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Tecnologia a Favor do DIabetes tipo I

Sem dúvida nenhuma a grande expectative dos portadores de Diabetes tipo 1 e seus pais, é a cura total da doença e a liberação do uso de insulinas e dos testes de glicemia capilar.

Esta  de fato é a grande busca, através da ciência molecular, células tronco que recuperem o sistema iimunológico, transplantes das ilhotas pancreasticas produtoras de insulina e da engenharia gnética. Porém estes avanços tem vindo na velocidade possível, de acordo com o desenvolvimento da ciência e ainda hoje, em 2011 não temos disponível para uso com eficácia e segurança. Neste sentdo, o desenvolvimento de tecnologia para imitar ou até substituir as funçoes conhecidas atualmente do pancreas endócrino estão correndo a uma velocidade de formula 1.

Conhecemos cada vez mais como funciona fisiologicamente um pâncreas saudável, e portanto, como é a base da endocrinologia, tentamos fazer substituição dos hormônios o mais próximo possível daquilo que o órgão afetado realizava. Exemplos são a substituição de hormônio da Tireoide, de cortisona da glândula adrenal, Hormônios femininos na menopausa e assim por diante em várias situações. Neste sentido, descrevo aqui algumas das tecnologias atuais que podem fazer esse papel das funçoes do organismo relacionadas ao metabolismo da glucose e que irão no futuro, certamente culminar com o pâncreas artificial.

Sensores de glicose: São aparelhos que fazem a medicão da glicemia no organismo e transmitem esta informação a um receptor. Com a informação em tempo real e de forma continua, podemos atualmente tomar decisões de aplicação de insulina ou de ingerir carboidratos para evitar hipoglicemia. De forma ideal um microcomputador lerá esta informação e através de um software altamente preciso poderá utilizar complexos algoritmos para decidir sozinho ou semi-sozinho estas ações. Temos vários novos sensors, intravasculares, sensors implantáveis na pele, sensors oculars, de ouvido, sensors com nanotecnologia que utilizam tatuagens, pulseiras e relógios podem também ser utilizados.


Sistemas de Infusão de Insulina:

 A maioria dos próximos sitemas de infusão de insulina, ser!ao certamente por via ‘patch’, ou seja, sem fios, coladas por adesivos à pele do paciente, e controladas remotamente. Estes controles estão cada vez mais modernos, e com softwares embutidos que ajudam a calcular a quantidade de insulina necessária para determinada refeição. A ligação dos sensors de insulina com as bombas de insulina, será feita por aplicaticos aonde algoritmos complexos poderão quase que sem a interferencia humana, mandar insulina e talvez glucagon para o controle ideal dos pacientes diabéticos que necessitam o uso integral de insulinas.

 

Marcio Krakauer

 

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