Navegação: Home Artigos e Notícias Vivendo com diabetes

Vivendo com diabetes

Mãe e filha aprenderam a conviver com o diabetes frequentando os eventos da ADIABC“Viajei o Brasil inteiro em busca da cura do diabetes”.

O desespero e a inconformidade foram apenas alguns dos sentimentos que Vilma Maria Lima, de São Bernardo do Campo, teve de driblar quando descobriu que sua filha, Evelyn Lima Rocha, hoje com 10 anos, era portadora do diabetes tipo 1.

Hoje, ela lembra com tristeza o episódio mais marcante de sua vida, data em que constatou que a menina era diabética. Com apenas dez meses de vida, Evelyn apresentou sinais de gripe, o que levou a mãe a medicá-la com um xarope, que continha um alto teor de glicose. O resultado foi a internação da menina, que chegou a entrar em coma devido ao elevado índice de açúcar que continha no sangue.

“Não imaginava que minha filha era diabética. Não tinha conhecimento nenhum sobre a doença e ainda por cima tinha pavor das agulhas utilizadas para a aplicação de insulina”, diz Vilma.
Durante um ano, Vilma viajou por diversos estados brasileiros a procura de um medicamento ou tratamento que trouxesse a cura do diabetes.

“Fui para o Rio de Janeiro e Paraná, sempre atrás de médicos que me revelassem como acabar com o diabetes da minha filha”, relata, emocionada.

Após a descoberta, as mudanças no cotidiano familiar não demoraram a surgir. A família aboliu o uso de açúcar nos alimentos, e substituiu as sobremesas por frutas da estação ou doces dietéticos.

O progresso – tanto da mãe quanto da menina – é evidente. Hoje em dia Evelyn é capaz de fazer o teste de glicose sozinha e quando sente tontura, logo avisa a família.

CONVIVÊNCIA
Uma vez adaptada ao tratamento do diabetes e capaz de orientar sua filha sobre os cuidados que devem ser tomados com a doença, Vilma passou a lidar com uma outra dificuldade: a descoberta dos doces pela pequena Evelyn, que ao começar freqüentar festas de aniversários de colegas de escola, logo teve contato com alimentos extremamente maléficos à ela, como algodão-doce, bolos, brigadeiros e refrigerantes.

Receosa, a mãe tentou manter a filha longe do açúcar enquanto pôde. “Inicialmente, saía sempre antes de cortarem o bolo”, conta Vilma. Atualmente, as duas mantêm uma relação de cumplicidade, na qual em situações de festinhas, a criança relata à mãe tudo o que comeu durante a diversão.
Como utiliza uma insulina de ação rápida, as duas combinam o quanto de glicose a menina poderá comer durante o dia e aplica a quantidade adequada, condizente ao volume de açúcar que será ingerido ao longo do dia.

MUDANÇA DE VIDA
Vilma costuma mostrar à menina quais as conseqüências que Evelyn pode arcar caso o diabetes não seja controlado. “Mostro que o rim pode não funcionar bem futuramente”, descreve a mãe, apontando que nesse aspecto, a Associação de Diabetes do ABC (ADIABC) a ajudou muito para o conhecimento da doença e acompanhamento da mesma.

“Participamos de tudo na Associação. A Evelyn adora, ela freqüenta os passeios, atividades... É praticamente o mascote da entidade”, diz.

 

 

Atendimento

R. Almeida Garret, 51
Vl. Guiomar - Santo André - SP

Tel.: (11) 4992-5303
Celular: (11) 7844-3567
Nextel: 55*107*7230

Conecte-se

Acesse as redes sociais das quais fazemos parte.