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Aprendi a gostar do que me faz bem

Silva é portador do diabetes tipo 1 e mudou totalmente sua alimentação Nascido no interior de Minas Gerais, na década de 50, o representante comercial João Bosco da Silva, descobriu que era portador do diabetes tipo 1 aos 13 anos de idade. Durante toda a sua infância, ele comeu doces ininterruptamente e apesar de apresentar sintomas típicos de diabéticos – como beber muita água e tinha muito apetite – a família de João jamais cogitou que o menino pudesse ter restrições à glicose. “Onde eu morava não tinha nenhum médico e quase não tínhamos informações sobre as doenças”, conta. A descoberta da doença só foi possível porque na pré-adolescência, João perdeu 23 quilos em 30 dias. Um farmacêutico apontou o diabetes e logo, o mineiro procurou por um tratamento com um endocrinologista. “Ele logo me receitou uma dosagem de insulina”, destacou.

João, que é o sexto filho de uma família de onze herdeiros, nunca imaginou que teria de se submeter a um tratamento de diabetes, uma vez que ninguém na família era portadora da doença.Mas vale lembrar que, diferentemente do diabetes tipo 2, a doença do representante comercial não é hereditária. Na maioria dos casos, o portador do tipo 1 já nasce com a doença.

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O que fazer quando a diabetes aparece durante a gestação?

Tomando os cuidados necessários, o bebê nasce saudável e a mãe fica feliz A maioria das mulheres teme, mas poucas realmente conhecem e sabem do que se trata. O diabetes gestacional acontece, como diz o nome, durante a gravidez e surge subitamente em mulheres não diabéticas. A mulher desenvolve o diabetes somente durante a gestação porque produz uma quantidade insuficiente de insulina para ela e seu bebê.

“Ao término da gestação, a mulher volta ao seu estado normal de produção de insulina. Isto ocorre porque, neste período, a placenta produz substâncias que bloqueiam a ação da insulina, o que pode provocar a elevação de glicose”, diz o medico endocrinologista da ADIABC João Sérgio Almeida.
Alguns fatores são considerados de risco com relação a esta doença, como por exemplo, idade da mãe acima de 30 anos; obesidade ou ganho de peso excessivo; parentes próximos com diabetes; tratamento de pressão alta; presença de glicose na urina; entre outros.

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Síndrome Metabólica é tema do 1º Procam

Programa de capacitação Médica Nos últimos anos, houve um aumento na incidência de doenças crônicas como a obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e hipertensão, causadas por fatores cada vez mais presentes na vida da população como o tabagismo, estresse, sedentarismo e alimentação inadequada.

Tais fatores ocasionam o aumento da morbidade e da mortalidade da população adulta mundial.

A associação da obesidade às outras patologias crônicas citadas a cima é chamada de Síndrome Metabólica.

E esse foi o tema do primeiro Procam (Programa de Capacitação Médica da Adiabc) do ano, que aconteceu no último dia 10 de março, no Mercure Hotel em Santo André, coordenado pela própria equipe médica da ADIABC. A palestra foi feita pelo Dr. Bernardo Léo Wajchemberg, médico endocrinologista, ex-professor titular da USP e atual membro da equipe de Diabetes do Incor.

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Diabéticos podem praticar exercícios físicos?

O experiente movimentoterapeuta Robinson Brasil, voluntário da ADIABCAtividade física é fundamental para a manutenção da saúde do ser humano. As vantagens de praticar exercícios são muitas: aumentam o preparo físico, mantêm o peso ou emagrecem, tonificam os músculos e causam imensa sensação de bem-estar físico liberada pela endorfina.

Agora quando a questão é exercícios físicos para diabéticos, as vantagens e os benefícios se multiplicam se a pessoa souber praticá-lo. Há necessidade de uma orientação médica e o acompanhamento de um profissional de educação física antes de iniciar as atividades, para que assim as mesmas sejam bem sucedidas.

“O exercício ajuda a controlar o diabetes e prevenir complicações, fazendo parte integrante do tratamento, junto com medicamentos, dieta e demais cuidados que a pessoa necessite”, diz o educador físico e movimentoterapeuta Robinson Brasil, voluntário da ADIABC.

Uma das vantagens para os diabéticos de se praticar exercícios físicos é que o trabalho dos músculos durante a atividade física aumenta a utilização das substâncias nutritivas, principalmente a glicose e oxigênio. Conseqüentemente a pessoa que depende da insulina pode precisar de doses menores deste hormônio. “Mas os exercícios também são vantajosos para pessoas que não dependem de insulina, proporcionado da mesma maneira o melhor aproveitamento da glicose pelas células do corpo”, completa o educador físico Robinson Brasil.

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